entenda os sinais e riscos da doença da filha de Junior Lima

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Síndrome Nefrótica Entendendo o Inchaço e a Perda Proteica

Condição causa inchaço e perda de proteínas através da urina

Síndrome Nefrótica Entendendo o Inchaço e a Perda Proteica

Junior Lima e Mônica Benini falaram sobre a síndrome da filha em um vídeo publicado no Instagram (Foto: Reprodução, Redes Sociais)

Lara, de 3 anos, filha do cantor Junior Lima e de Mônica Benini foi diagnosticada com síndrome nefrótica. A condição rara atinge os rins e faz com que a pessoa elimine proteínas excessivamente pela urina. O casal publicou um vídeo no Instagram quando a menina foi diagnosticada.

— Oiês, pessoal! Viemos aqui conversar com vocês sobre um assunto muito importante. Nossa filha, Lara, foi recentemente diagnosticada com Síndrome Nefrótica, uma condição rara que afeta os rins e que ainda é pouco conhecida. Essa notícia nos pegou de surpresa, mas estamos encarando com muito amor e força. Ela já está em tratamento e está respondendo superbem, sendo acompanhada por médicos incríveis, com um progresso positivo! — falou o casal no vídeo.

O que é Síndrome Nefrótica?

Segundo a pediatra Dra. Ana Escobar, síndrome nefrótica é uma condição renal rara. Acontece quando os rins não filtram adequadamente as proteínas, o que causa perda excessivas dessas pela urina.

Com a baixa concentração de proteínas no sangue, a pessoa sofre passa a ter inchaço significativo. Geralmente os edemas acontecem ao redor dos olhos e também por todo o corpo.

Quais as complicações associadas?

O paciente com síndrome nefrótica pode ter várias complicações como:

  • Aumento do risco de infecções: a pessoa perde imunoglobulinas e complemento na urina.
  • Aumento do risco de trombose: a perda de antitrombina na urina pode causar tromboembolismo pulmonar
  • Osteomalácia: doença metabólica óssea que pode ocorrer pela perda da proteína ligadora de vitamina D

Como diagnosticar e tratar a síndrome nefrótica?

O primeiro passo são os exames essenciais de urina e sangue. É preciso fazer um exame chamado proteinúria de 24 horas que confirma a perda de proteínas de forma maciça.

Além disso, é preciso avaliar a função renal medindo os níveis de ureia e creatinina. O tratamento geral é feito com remédios como anti-hipertensivos, diuréticos e anticoagulantes para evitar o risco de trombose. É preciso fazer o controle da dislipidemia para controlar o perfil lipídico do paciente.

Fonte Original | NSC Total

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