Ao todo, a equipe tetracampeã da Champions League contratou onze nomes e liberou doze jogadores

Jordi Cruijff é diretor de futebol no Ajax (Foto: Divulgação, Ajax)
O diretor esportivo Jordi Cruyff, filho do lendário atacante e técnico Johan Cruijff, liderou uma das mais profundas e agressivas reformulações da história recente do Ajax na tentativa de devolver o clube ao topo do futebol holandês.
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O dirigente Jordi Cruyff promoveu um verdadeiro pacotão de reformulação avaliado em aproximadamente 123,2 milhões de euros (R$ 734 milhões na cotação atual) no mercado, contabilizando 23 movimentações de elenco divididas rigorosamente em onze contratações e doze saídas ao longo da última janela de transferências.
A estratégia adotada pelo diretor buscou combinar veteranos acostumados com a pressão de grandes decisões com jovens promessas, gerando ainda um saldo financeiro altamente positivo de 55,6 milhões de euros (cerca de R$ 331 milhões na cotação atual) para os cofres do gigante de Amsterdã.
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Sob o comando do técnico Míchel, a equipe recebeu reforços de peso internacional para o setor defensivo e de meio-campo, incluindo o goleiro Ter Stegen, o zagueiro Daley Blind na terceira passagem pelo clube, além de Kehrer, Caio Henrique, Sofyan Amrabat e Julian Brandt.
O setor ofensivo passou por uma reconstrução completa para resolver a falta de eficiência do ataque, trazendo nomes como o brasileiro Marcos Leonardo, o pivô nigeriano Tolu, além dos atacantes de beirada Tsygankov e Adingra para compor o elenco titular.
Para viabilizar a chegada do volumoso pacote de reforços e reestruturar a folha salarial, Jordi Cruyff precisou tomar decisões duras na gestão de recursos, autorizando as vendas de promessas muito valorizadas das categorias de base, como os jovens Mika Godts e Sean Steur.
*Sob supervisão de Marcos Jordão



