Corinthians ganha fôlego financeiro importante durante a luta contra o rebaixamento na Série A

Facebook
Twitter
LinkedIn
Threads
WhatsApp
Corinthians ganha fôlego financeiro importante durante a luta contra o rebaixamento na Série A

O Corinthians ganhou um fôlego financeiro importante no momento que luta contra o rebaixamento na Série A do Campeonato Brasileiro 2026. Além disso, o clube ainda está em processo de resolver uma das principais dívidas, que é o pagamento da Neo Química Arena junto à Caixa Econômica Federal.

Veja fotos antigas da construção do estádio do Corinthians

Entenda como Corinthians ganha fôlego financeiro

Atualmente, 55% da bilheteria dos jogos no estádio ficam retidos pelo banco como garantia para o abatimento do débito. Além disso, metade do que o clube recebe como premiação nas competições também não chega ao cofre pelo mesmo motivo.

Porém, a situação está próxima de mudar por conta de um acordo que o presidente Osmar Stabile fechou com a Caixa para a suspensão do pagamento da dívida, o que dará uma liberdade ao fluxo financeiro.

Segundo informações do ge, com a liberação, a diretoria considera que só a bilheteria, uma das principais fontes de receita por conta das lotações nos jogos na Arena do Corinthians, já será capaz de dar um fôlego financeiro em um momento de crise grave, tanto financeira como esportiva.

O clube vive com atraso de salários e outros pagamentos desde maio. A diretoria deve premiações da Libertadores, do Brasileirão e dois meses de direito de imagem ao elenco masculino, conforme o ge.

O Corinthians e a Caixa Econômica Federal realizam uma série de reuniões com o objetivo de debater a dívida do clube na construção do estádio. Ambos divulgaram uma nota em conjunta admitindo publicamente a existência da negociação e que um termo de confidencialidade foi assinado.

“As tratativas permanecem em curso e as conversas seguem em um ambiente de cooperação, responsabilidade legal e transparência”, diz a nota.

Ainda segundo o ge, o Timão propõe que a Caixa assuma o nome do estádio, que estaria avaliado em R$ 70 milhões por temporada, bem acima dos R$ 15 milhões anuais recebidos da Hypera Pharma desde 2020.

O clube entende que a alternativa seria uma forma de quitar a dívida, após acertar um contrato por um determinado período para que o banco tenha o direito de explorar comercialmente o nome do estádio, além de outras alternativas, como lançamento de títulos de capitalização, transferência de toda a operação financeira do clube (contas e pagamentos de salários) para a Caixa e até cartões para o programa Fiel Torcedor.

Fonte Original | NSC Total

Contribua com o Portal para mantermos ele sempre ativo com as melhores informações