Gigantes da música acusam Anthropic de pirataria para treinar IA

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O logotipo Anthropic AI é visto em uma tela de smartphone.

A Sony Music e a Warner Music entraram com uma ação judicial conjunta contra a Anthropic.

A decisão judicial favorece a Anthropic, mas não encerra a disputa: outro processo contra o governo Trump continua em andamento. – Imagem: jackpress/Shutterstock

A Sony Music e a Warner Music entraram com uma ação judicial conjunta contra a Anthropic. As empresas acusam a startup de IA de realizar “um dos maiores e mais flagrantes roubos contínuos de propriedade intelectual da história”.

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A denúncia ainda aponta que a Anthropic realizou “uma campanha descarada de torrenting ilegal, scraping e download de obras protegidas em larga escala”. Esses dados teriam sido usados para treinar seus modelos de inteligência artificial Claude.

Ação pede indenização bilionária

  • As duas empresas buscam indenizações de até US$ 150 mil por cada obra infringida, além de US$ 25 mil por cada instância em que a Anthropic teria removido informações de gestão de direitos autorais.
  • O valor total pode chegar a bilhões de dólares.
  • O processo alega que “milhares de composições musicais protegidas por direitos autorais” foram coletadas ilegalmente para treinar os modelos Claude.
  • A Anthropic não se pronunciou oficialmente sobre o caso até o momento.


Histórico de processos contra a Anthropic

Este não é o primeiro processo do setor musical contra a empresa. No início deste ano, a Concord Music Group e a Universal Music Group também processaram a Anthropic, acusando a startup de baixar ilegalmente mais de 20 mil músicas protegidas para fins de treinamento de IA e pedindo mais de US$ 3 bilhões em danos.

Antes disso, a Anthropic já havia enfrentado uma ação movida por um grupo de autores, que alegavam que a empresa usou cópias piratas de suas obras protegidas para treinar seus modelos. Esse caso foi encerrado com um acordo de US$ 1,5 bilhão — descrito como um valor recorde.

Alessandro Di Lorenzo

Alessandro Di Lorenzo

Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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Fonte Original | Notícias – Olhar Digital

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