Um trabalhador de 27 anos teve 80% do corpo queimado em um incêndio em um caminhão-tanque dentro de uma indústria química em Criciúma, na manhã desta segunda-feira (5). A informação sobre a extensão das queimaduras foi divulgada pelo sindicato da categoria. Os bombeiros foram acionados às 10h47min para a ocorrência no bairro Vila Macarini.
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Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, o veículo estava no início do abastecimento com solventes inflamáveis quando o fogo começou. O funcionário realizava o procedimento sobre o tanque do caminhão e sofreu queimaduras. Ele recebeu atendimento do Samu e foi encaminhado ao Hospital São José.
Outro profissional, empregado terceirizado, sofreu fratura em um dos pés e não teve queimaduras, conforme informações apuradas pela diretoria do sindicato.
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ToggleEstado de saúde do trabalhador após incêndio em Criciúma
De acordo com o sindicato, o estado do funcionário de 27 anos era considerado grave pela extensão dos ferimentos. No início da tarde, porém, a entidade informou que o quadro evoluía para estabilidade.
Segundo o vice-presidente Lúcio de Pelegrin, essa evolução poderia permitir a transferência do paciente do Hospital São José para o Hospital da Unimed ao longo do dia. A informação divulgada pela entidade não confirma que a transferência tenha ocorrido.
Bombeiros contêm vazamento após incêndio em caminhão-tanque
Quando as equipes de Rio Maina e da sede de Criciúma chegaram à indústria, a brigada de emergência já havia iniciado o combate às chamas. Os bombeiros deram continuidade ao trabalho até a extinção do incêndio.
Na sequência, foram feitos o rescaldo e o resfriamento do tanque e da cabine. A área foi isolada, e o tanque passou por inspeção para o gerenciamento dos riscos.
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Os danos ao veículo também provocaram um vazamento de óleo diesel do tanque de combustível. O produto foi contido com recipientes adequados. Ao fim do atendimento, o caminhão foi removido por um guincho e levado a um local seguro.
Sindicato acompanha consequências do acidente
O presidente do sindicato, Carlos de Cordes, afirmou que a entidade acompanha o caso. “Acidentes em indústrias químicas são sempre preocupantes e são graves individual ou coletivamente”, disse.
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A diretoria informou que aguarda vistorias e levantamentos das autoridades para esclarecer as causas do acidente. Segundo o sindicato, a gerência regional do Ministério do Trabalho já foi comunicada.



