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Um robô humanoide de R$ 200 mil agora faz parte da equipe de segurança do Rock in Rio. O G1Plug circula pela Cidade do Rock em uma função que ainda chama atenção: ajudar a monitorar áreas onde a presença de profissionais pode representar algum risco.
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Desenvolvido pela Pluginbot, o humanoide foi criado para atuar em locais remotos, de difícil acesso ou considerados críticos. Segundo a empresa, é a primeira vez que um robô desse tipo é utilizado em um festival no Brasil.

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ToggleOlho vivo na Cidade do Rock
Com 35 quilos e estrutura que combina ferro, alumínio, borracha e outros componentes, o robô faz parte da operação de segurança do festival. Equipado com câmeras e sensores, ele transmite imagens em tempo real para o Centro de Controle Operacional (CCO).
Segundo a empresa de segurança contratada pelo Rock in Rio, a tecnologia já havia sido utilizada na edição do festival em Lisboa, em junho. De acordo com a Pluginbot, esta é a primeira vez que um robô humanoide é utilizado em um festival no Brasil.
“O robô humanoide é preparado com câmeras integradas para que consiga realizar uma vigilância autônoma, entregando informações em tempo real para o Centro de Controle Operacional (CCO) do Rock in Rio”, explica Sérgio Ricardo, diretor comercial da Pluginbot.
Varredura prévia evita exposição humana
A proposta é reduzir a exposição de profissionais a situações de risco. O robô pode atuar em ambientes considerados críticos e fazer uma pré-análise antes da entrada das equipes.
“Pensando em ambientes críticos, a empresa vem buscando implementar esse tipo de equipamento em áreas onde o risco para o ser humano é mais elevado. O robô vem para auxiliar o trabalho das equipes, fazendo uma pré-análise antes da atuação das pessoas”, afirma Sérgio Ricardo ao g1.
O G1Plug possui articulações motorizadas dos pés aos ombros, o que permite uma ampla variedade de movimentos. Nos modelos mais avançados da plataforma, os dedos também podem se movimentar individualmente.
- Pesa 35 quilos e conta com articulações motorizadas dos pés aos ombros.
- Possui duas câmeras e dois sensores, integráveis aos sistemas de monitoramento em tempo real.
- A autonomia da bateria varia de 2 a 8 horas, dependendo da atividade executada.
- Os modelos mais avançados contam com movimentação individual dos dedos.
Sucesso de público e selfies
Além de ajudar no monitoramento, o humanoide chamou a atenção dos frequentadores. O visual futurista rendeu fotos, vídeos e olhares curiosos durante a primeira noite do festival.
O robô, por si só, já desperta muito interesse. Ele é muito instagramável e chama bastante a atenção das pessoas.
Sérgio Ricardo, diretor comercial da Pluginbot, ao g1.
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Entre a função de apoio às equipes de segurança e a curiosidade que desperta no público, o G1Plug acabou encontrando espaço próprio na Cidade do Rock.

Valdir Antonelli
Valdir Antonelli é jornalista com especialização em marketing digital e consumo.
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Fonte Original | Notícias – Olhar Digital



