A menos de 5 km do Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, o Teatro Nacional Cláudio Santoro destaca-se não apenas como um dos principais cartões-postais de Brasília, mas também como palco de intrigantes histórias populares. Inaugurado em 1966, o monumento carrega em sua trajetória um repertório de lendas urbanas que incluem relatos de aparições, objetos que se movimentam sem explicação e sons misteriosos na madrugada.
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ToggleMorte de maestro em ensaio
O começo das histórias tiveram início no ano de 1989 quando o então maestro Cláudio Santoro sofreu um infarto fulminante enquanto conduzia um ensaio da Orquestra Sinfônica no próprio palco do complexo.
O falecimento do regente motivou a homenagem que rebatizou o edifício com o seu nome e, segundo o pesquisador João Amador, serviu como estopim para a criação de mitos sobre presenças espirituais no local.
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Aparições no estacionamento e movimentações no elevador
Entre as narrativas preservadas pela tradição oral, destaca-se o causo da bailarina loira que abordava o público na área externa do estacionamento após os espetáculos. A lenda aponta que um dos frequentadores, ao encontrar a fotografia da mesma mulher em uma exposição no hall interno, foi informado de que a artista havia falecido anos antes, apesar de ter integrado o corpo de baile oficial.
Outro relato recorrente entre as equipes de segurança noturna envolve o elevador do complexo cultural. O equipamento costuma subir e descer pelos andares sem que qualquer botão seja pressionado. O fenômeno é associado à tragédia de um violinista que teria perdido a vida ao cair no fosso do elevador.
O enigma do piano tocado na calada da noite
Dentre os mitos que rondavam os bastidores do teatro, um deles teve solução presenciada pelos próprios trabalhadores. Intrigados com o som constante de um piano que ressoava pelas galerias desertas durante a madrugada, os funcionários organizaram uma vistoria para identificar o responsável.
Ao se aproximarem do instrumento, descobriram que o suposto fantasma era um gato de rua que entrava para o interior do prédio e caminhava sobre as teclas.
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*Sob supervisão de Luiz Daudt Junior.



