O céu ficou verde! Brasileiro faz fotos incríveis de aurora após explosão solar

Facebook
Twitter
LinkedIn
Threads
WhatsApp
O céu ficou verde! Brasileiro faz fotos incríveis de aurora após explosão solar

Brasileiro que mora em Stephen, Minnesota, nos Estados Unidos, fez fotos deslumbrantes e compartilhou com o Olhar Digital

Brasileiro registra aurora boreal em Stephen, Minnesota (EUA). – Foto: Alexis Rottini

O dia 4 de Julho é o feriado federal mais importante dos Estados Unidos: o Dia da Independência. E o fim de semana de festividades foi iluminado por belíssimas auroras boreais.

Continua após a publicidade

Como o Olhar Digital já tinha informado, tempestades solares do começo do mês geraram muita expectativa pela formação de auroras no hemisfério norte.

O brasileiro Alexis Rottini, que mora em Stephen, Minnesota, nos Estados Unidos, fez esses registros deslumbrantes e compartilhou com o Olhar Digital.

Ele explicou que não sabia da tempestade solar, mas que ficou sabendo da possibilidade do fenômeno através de um aplicativo que monitora a formação de aurora e notifica os usuários.

Abaixo, mais duas belas fotos do último dia 4:

Aurora boreal nos Estados Unidos
O céu foi tomado por tons de verde no fim de semana de 4 de julho. – Foto: Alexis Rottini
Aurora boreal nos Estados Unidos
Nesta outra parte do céu, a cor predominante é o rosa. – Foto: Alexis Rottini

Por que explosões solares podem gerar aurora?

Fenômeno óptico que ocorre em latitudes extremas do globo terrestre, a aurora (boreal, quando formada no norte e austral, quando é formada no sul) é frequentemente visível a olho nu e é avistada nos céus noturnos. Apesar de geralmente apresentarem uma cor esverdeada, essas luzes também podem exibir tons de vermelho, azul, violeta e rosa. 

Como as auroras se formam:

  • O Sol tem ciclos de 11 anos de atividade solar;
  • Ele está atualmente no que os astrônomos chamam de Ciclo Solar 25;
  • Esse número se refere aos ciclos que foram acompanhados de perto pelos cientistas;
  • No auge dos ciclos solares, o astro tem uma série de manchas em sua superfície, que representam concentrações de energia;
  • À medida que as linhas magnéticas se emaranham nas manchas solares, elas podem “estalar” e gerar rajadas de vento;
  • Essas rajadas são explosões massivas do Sol que disparam partículas carregadas, principalmente elétrons e prótons, para fora da estrela em jatos de plasma (também chamados de “ejeção de massa coronal” – CME);
  • Os clarões (sinalizadores) são classificados em um sistema de letras pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) – A, B, C, M e X – com base na intensidade dos raios-X que elas liberam, com cada nível tendo 10 vezes a intensidade do anterior;
  • Se o jato estiver voltado para a Terra, a magnetosfera do planeta desvia a maioria das partículas, embora algumas consigam penetrar na atmosfera ao seguir as linhas magnéticas, especialmente nas regiões polares.
  • Ao penetrar na atmosfera, as partículas reagem com moléculas ali presentes, produzindo as auroras.


Bruno Capozzi

Bruno Capozzi

Bruno Capozzi é jornalista, mestre em Ciências Sociais e editor executivo do OD.

Ver todos os artigos →


!function(f,b,e,v,n,t,s){
if(f.fbq)return;
n=f.fbq=function(){n.callMethod?n.callMethod.apply(n,arguments):n.queue.push(arguments)};
if(!f._fbq)f._fbq=n;n.push=n;n.loaded=!0;n.version=’2.0′;
n.queue=[];t=b.createElement(e);t.async=!0;
t.src=v;s=b.getElementsByTagName(e)[0];
s.parentNode.insertBefore(t,s)
}(window, document,’script’, ‘https://connect.facebook.net/en_US/fbevents.js’);
fbq(‘init’, ‘1221644929160171’);
fbq(‘track’, ‘PageView’);

Fonte Original | Notícias – Olhar Digital

Contribua com o Portal para mantermos ele sempre ativo com as melhores informações

Deixe uma resposta

Veja também