(self.SWG_BASIC = self.SWG_BASIC || []).push( basicSubscriptions => { basicSubscriptions.init({ type: "NewsArticle", isPartOfType: ["Product"], isPartOfProductId: "CAow8LzYCw:openaccess", clientOptions: { theme: "light", lang: "pt-BR" }, }); });

mais de 46 milhões de chaves foram expostas

Facebook
Twitter
LinkedIn
Threads
WhatsApp
mais de 46 milhões de chaves foram expostas

Banco Central revelou que mais dados foram expostos do que inicialmente informado

Sistema de pagamentos é alvo de investigação nos Estados Unidos (Imagem: Saulo Ferreira Angelo/Shutterstock)

Compartilhe esta matéria

Como reportado pelo Olhar Digital, o Banco Central (BC) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmaram um acesso indevido a dados vinculados a algumas chaves Pix presentes no Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud).

Após a confirmação do vazamento, o BC atualizou o caso e informou que foram expostos mais tipos de dados do que o inicialmente revelado. No total, o vazamento afetou 46.893.242 chaves de 11.003.398 pessoas, além de dados pessoais e bancários.

Confira quais informações foram vazadas.

banco central
Mais informações foram vazadas do que o Banco Central confirmou inicialmente (Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com)

Vazamento revelou chave Pix e dados pessoais

De acordo com o BC e o CNJ, o acesso indevido permitiu acessar desde dados pessoais até informações sobre contas bancárias e chaves Pix dos usuários.

Confira quais detalhes foram expostos, de acordo com a Agência Brasil:

  • Nome da pessoa;
  • Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);
  • Instituição e agência do banco;
  • Número e tipo da conta;
  • Chave Pix;
  • Situação da chave Pix;
  • Data de criação da chave Pix;
  • Data de exclusão da chave Pix (se houver).

Inicialmente, o CNJ havia informado que apenas nome da pessoa, chave Pix, nome do banco, número da agência e número da conta foram vazados.

Ao fundo, notas de real; à frente, o logotipo do Pix em um smartphone
Vazamento afetou dados presentes no sistema Sisbasjud (Imagem: Iara Faga/Shutterstock)

O que aconteceu no acesso indevido ao Pix

  • Esse incidente teria acontecido entre 20 e 21 de julho e atingiu dados de cadastro de 11.003.398 pessoas;
  • Ambos os órgãos disseram que nenhum dado sensível, como senhas, saldos, extratos bancários e demais informações protegidas por sigilo bancário, foi obtido;
  • Ainda de acordo com ambos, as informações expostas são de natureza cadastral, o que inclui nome do titular, chave Pix, instituição financeira, número da agência e número da conta;
  • Na nota do BC, o órgão disse que o vazamento “não permite movimentações de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras”;
  • Já o CNJ informou que o incidente foi “imediatamente identificado e corrigido“, e o sistema retornou ao normal após medidas de segurança terem sido tomadas.

A Polícia Federal e Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) estão cientes do que aconteceu.

pix
Informações expostas não permitem movimentações (Imagem: Photo For Everything / Shutterstock.com)

Há risco?

Mesmo não havendo chance de movimentações financeiras com os dados expostos, o CNJ frisou que as informações de cadastro vazadas podem representar riscos potenciais, como tentativa de golpes e fraudes.

O órgão recomendou que usuários permaneçam em alerta para o caso de comunicações suspeitas e ampliem seus cuidados com segurança digital.

A instituição também afirmou que não entra em contato com as vítimas do vazamento por meio de SMS, e-mail ou telefonemas. Em breve, o CNJ irá oferecer uma ferramenta exclusiva para cidadãos consultarem se tiveram seus dados Pix ou cadastrais vazados pela exposição. A consulta será pelo site www.cnj.jus.br.


Vitoria Lopes Gomez

Redator(a)


Vitoria Lopes Gomez no LinkedIn

Vitória Lopes Gomez é jornalista formada pela UNESP e redatora no Olhar Digital.


Fonte Original | Notícias – Olhar Digital

Contribua com o Portal para mantermos ele sempre ativo com as melhores informações

Deixe uma resposta

Veja também