Cinco desaparecidos em Santa Catarina foram incluídos no Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas (CNPD), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O sistema permite que dados sobre desaparecidos em todos os estados do Brasil sejam cruzados, em busca de encontrá-los mais rapidamente com base nas principais informações sobre as vítimas.
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Entre os casos, estão desaparecimentos de grande repercussão em Santa Catarina, como o do bancário de São Paulo que desapareceu em Florianópolis no início de agosto depois de sair de um hostel na Barra da Lagoa. Vinicius Valente tem 30 anos e foi visto pela última vez no dia 6 de agosto, quando saiu da hospedagem.
Ele saiu de São Paulo dizendo aos familiares que encontraria um amigo na capital catarinense. No dia anterior ao desaparecimento, ele teria conversado com pessoas que trabalham na recepção do local e afirmou a elas que o amigo não o acolheu na casa dele como combinado e que não conseguia contato com ele. No dia 6, um dia antes do check-out combinado e pago previamente, o bancário saiu da hospedagem afirmando que teria conseguido conversar com esse amigo.
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Segundo os funcionários do hostel, que conversaram com um primo do bancário, Vinícius saiu do local apenas uma mochila pequena. O último registro mostra que Vinícius solicitou uma corrida por aplicativo com destino à região da Praia da Galheta depois de sair do hostel. Por volta das 23h daquele dia, o celular parou de receber mensagens. Amigos afirmaram, em uma rede social, que essa pessoa com quem ele encontraria já foi ouvida pela polícia.
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ToggleVeja fotos de Vinicius Valente



Criança e adolescente estão na lista
O caso mais antigo de desaparecimento registrado no sistema nacional é de Paulo Roberto da Silva Alves, técnico administrativo da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), que desapareceu em Florianópolis em 20 de setembro de 2019. Ele tem 61 anos e é natural de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. À época, foram feitas buscas pelo Corpo de Bombeiros na região da Lagoa da Conceição e a Praia da Galheta.
Já a pessoa mais jovem desaparecida com registro no banco com cruzamento de dados em âmbito nacional é o pequeno Emanuel Lucien Philistin. Ele tem apenas 7 anos e desapareceu em Joinville, no Norte catarinense, onde morava.
Outro caso envolvendo crianças e adolescentes é o de Grasiela de Carvalho Ribeiro, que desapareceu quando tinha 13 anos, em 2024 em Criciúma, no Sul catarinense. Não há maiores informações sobre a investigação envolvendo o desaparecimento da adolescente.
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O caso de Elisane Becker, que desapareceu em março deste ano, em São José, na Grande Florianópolis, também teve grande repercussão. Ela é natural de Itapiranga, tem 46 anos, e vivia no bairro Barreiros há cerca de 5 meses. Desde o dia 28 de março, ela não responde mensagens e não foi mais vista.
Veja fotos dos desaparecidos
Como funciona o banco de dados nacional?
Segundo a pasta, todo registro formal de desaparecimento feito em uma Polícia Civil é automaticamente integrado ao Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas (CNPD).
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No painel público, são disponibilizadas imagens e informações básicas sobre pessoas desaparecidas de todo o Brasil para a sociedade. A publicação dos banners é realizada pela Polícia Civil responsável pelo registro da ocorrência, mediante autorização da família e após análise das circunstâncias do caso.



